O novo RPS — mistura de RPG com FPS — da Gearbox Software vem aguçando a imaginação dos jogadores que anseiam por um “novo” Elder Scrolls IV: Oblivion. Borderlands abusa do cenário pós-apocalíptico apostando alto nos clichês que caracterizaram o cenário no cinema e literatura. Dessa forma, a desenvolvedora — que também é responsável pela linha Brothers in Arms — resolveu colocar os jogadores dentro de um mundo desértico tomado por saqueadores e criaturas mutantes em uma corrida pelo mundo de Pandora atrás de um grande tesouro escondido nas ruínas de uma antiga mina. Você assume o papel de um simples caçador de recompensas que acaba descobrindo a localização de um grande tesouro. No entanto, o local é bem escondido, bem vigiado e você não é o único atrás desses espólios. Se a trama parece um tanto comum a jogabilidade e os gráficos certamente devem compensar A dinâmica de jogo apóia-se em quatro classes de personagem, os Soldiers (soldados), Hunters (caçadores), Berserkers e as Sirens (sereias). Como em qualquer outro jogo de RPG, cada classe possui atributos e habilidades particulares, sendo que cada uma das profissões é personificada por um dos “heróis” disponíveis, no caso: Brick encarna o Beserker, Lilith é a Siren, Mordecai é o Hunter e Roland é o Soldier. Além disso, cada classe possui uma habilidade especial que pode ser incrementada através da evolução de uma árvore de atributos bônus. Portanto, cada classe recebe uma ação peculiar e outras bonificações por conta da evolução da sua árvore de atributos. Borderlands trará seus gráficos estilizados — que utilizam o popular filtro cell-shade — e sua ação (que também inclui combates sobre veículos) pós-apocalíptica para o PlayStation 3 e Xbox 360.
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